sábado, 31 de março de 2018

Cabo Verde: Arguidos da Operação Zorro condenados


O Tribunal da Comarca de São Vicente considerou os três brasileiros e o francês culpados pelo crime de tráfico de droga em co-autoria. A leitura da sentença aconteceu na manhã desta quinta-feira e o juiz considerou que os brasileiros e o francês sabiam dos 1.157 quilos de cocaína que estavam escondidos no iate apreendido no Mindelo em Agosto do ano passado.
                                                                      

Os mesmos foram contratados pelo alegado dono do veleiro, para fazerem transporte da droga, em troca de uma avultada compensação remuneratória.
Os condenados a 10 anos de prisão têm como pena acessória a expulsão do país após o cumprimento da pena e a proibição de reentrada durante cinco anos.
A defesa não descarta a possibilidade de pedir a nulidade do processo Operação Zorro e promete recorrer da sentença, como confirmou João do Rosário, advogado de dois dos três brasileiros e do francês.
Os familiares dos quatro arguidos condenados a dez anos de cadeia, que desde o início da Operação Zorro estão no Mindelo a acompanhar o desenrolar do processo afirmaram à imprensa que a luta vai continuar e mostraram-se revoltados com a decisão do Tribunal da Comarca de São Vicente.

Pelé, um djurtu no Rio Ave

Pelé, um djurtu no Rio Ave

O campeonato português entrou na 28a jornada, estando na recta final de um percurso que termina com a realização do 34° jogo. Esta sexta-feira realizam-se três encontros: Marítimo-Feirense, Rio Ave-Estoril e Boavista-Tondela.media

                                                A liga portuguesa entra na recta final quando ainda faltam jogar sete jogos, incluíndo esta 28a jornada que começou apenas na quinta-feira com a vitória por 1-4 do Vitória de Setúbal frente ao Desportivo das Aves. O avançado luso-guineense Edinho realizou um póquer, quatro golos no mesmo encontro.
Nesta sexta-feira decorrem mais três encontros: Marítimo-Feirense, Boavista-Tondela e Rio Ave-Estoril. É neste último que vamos nos concentrar.
O Rio Ave, clube da cidade de Vila do Conde, está actualmente no quinto lugar com 40 pontos, enquanto o Estoril ocupa a última posição com apenas 22 pontos.
Na equipa vila-condense actuam dois internacionais guineenses, o defesa Nadjack e o médio Pelé.
Em entrevista exclusiva à RFI, Pelé falou da temporada do Rio Ave e da ascensão tanto da equipa vila-condense como da Selecção Guineense que ele representa.
Pelé, médio do Rio Ave30/03/2018Ouvir
Recorde-se que os Djurtus estiveram uma semana em estágio nos arredores de Paris, em Grigny. Os guineenses tiveram dois encontros amigáveis em território francês, sofrendo duas derrotas por 2-0 frente ao Burkina Faso e ao Congo Brazzaville.
Quanto ao campeonato português, o FC Porto continua na liderança com 70 pontos, mais dois do que o SL Benfica, e mais cinco do que o Sporting CP.

Angola doente da sua saúde

Angola doente da sua saúde.

Seis meses após a investidura de João Lourenço, são muitos os desafios que o actual presidente de Angola tem pela frente, um deles é a saúde. Perante à epidemia de paludismo que causa anualmente miliares de mortos, a erradicação da doença tornou-se uma prioridade nacional.

Em reportagem em Luanda, Sonia Rolley visitou o hospital público de Cazenga, um hospital de referência na capital que tem, ainda assim, carência de material e onde as crianças continuam a morrer diariamente após terem sido contaminados pelos mosquitos com malária.
A malária é um problema de saneamento público
Devidas às chuvas intensas, o hospital de Cazenga recebe todos os dias entre 20 e 35 novos casos de malária e deplora 1 a 2 mortos por dia. O pessoal de saúde explica que os riscos de morte devido a doença são causados pelo facto das pessoas preferirem a automedicação em vez de se deslocarem ao hospital.
Para o doutor Miguel, a solução contra a pandemia de malária não é de origem médica. A fonte do problema encontra-se nas péssimas condições de saneamento básico das cidades, nomeadamente em relação ao tratamento do lixo, ao problema das águas estagnantes e a falta considerável de sistema de esgotos. Estes factores provocam o aumento dos mosquitos e a proliferação da doença. Para este profissional de saúde, a solução passa também pela prevenção e a informação.
As crianças mais atingidas pela malária
Segundo o pessoal do serviço de pediatria do hospital, os casos mais sérios continuam a ser as crianças que são mais vulneráveis à doença. As condições sanitárias do hospital são também muito precárias, levando crianças a partilharem a mesma cama. As mães das crianças queixam-se do preço dos medicamentos e muitas delas não podem arcar com os custos. No Hospital, é necessário pagar todos os tratamentos, incluindo as seringas ou as luvas dos enfermeiros.
De facto, os desafios do novo presidente angolano para melhorar o sistema de saúde são muitos. Para o Doctor Maurilio Luyele, membro da Unita, o novo governo vai ter que demostrar uma verdadeira vontade política para resolver os problemas tanto no que diz respeito ao sistema de saneamento público, como na melhoria das condições básicas dos hospitais públicos para reduzir o número de mortos, nomeadamente infantis, causadas pela pandemia em Angola.

Moçambique assina isenção de vistos com o Quénia.

Moçambique assina isenção de vistos com o Quénia.

O Presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, e o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi. Palácio presidencial em Maputo. 29 de Março de 2018.media

Esta sexta-feira é o segundo dia da visita a Moçambique do presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta. Entre as conclusões anunciadas até agora estão um acordo para isenção de vistos em passaportes ordinários, a vontade queniana de comprar gás e carvão moçambicanos e a eventual cooperação na luta contra o terrorismo.
                                                       A visita a Moçambique, do presidente queniano, Uhuru Kenyatta, começou esta quinta-feira e vai durar cinco dias.
O Quénia manifestou vontade em comprar gás e carvão de Moçambique para produzir energia. O ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros, José Pacheco, disse aos jornalistas que foram definidas as áreas prioritárias de cooperação.

quarta-feira, 28 de março de 2018

JOSÉ MÁRIO VAZ

JOSÉ MÁRIO VAZ PRETENDE AVANÇAR PARA A SEMANA COM AUSCULTAÇÕES.

José Mário Vaz

José Mário Vaz afirmou em privado que um homem morre só uma vez e ele está preparado para morrer mas nunca assinará o decreto de nomeação de Augusto Olivais. 
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FILHO DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS IMPEDIDO DE SAIR DE ANGOLA

 FILHO DE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS IMPEDIDO DE SAIR DE ANGOLA

José Filomeno dos Santos, filho do ex-presidente angolano, foi constituído arguido e está impedido de sair do país, disse o sub-procurador-geral da República de Angola, Luís Benza Zanga.

Em causa está uma investigação a uma alegada transferência irregular de 500 milhões de dólares para um banco britânico, que já levou à constituição como arguido de Valter Filipe, ex-governador do Banco Nacional de Angola.

A informação foi prestada esta segunda-feira aos jornalistas pelo sub-procurador-geral durante um encontro com deputados angolanos.

José Filomeno dos Santos foi presidente do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola até janeiro passado, por nomeação do pai e ex-chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, tendo sido então exonerado pelo atual presidente da República, João Lourenço.

Neste processo foram constituídos arguidos, além de José Filomeno dos Santos e Valter Filipe, outros três cidadãos angolanos, conforme explicou Benza Zanga.

A Lusa noticiou a 20 de março que uma agência britânica de combate ao crime vai devolver 500 milhões de dólares (406 milhões de euros) ao Banco Nacional de Angola, cuja transferência está a ser investigada no Reino Unido.

A Agência Nacional de Crime (NCA) britânica confirmou que a Unidade Internacional de Corrupção está a investigar uma possível fraude de 500 milhões de dólares contra o Banco Nacional de Angola.

"Em dezembro de 2017 e janeiro de 2018, a NCA utilizou as novas disposições da Lei de Finanças Criminais de 2017 para impedir a transferência de ativos. A autorização necessária para que os fundos sejam devolvidos às autoridades angolanas foi obtida agora", indicou.

Um porta-voz da agência adiantou que a investigação "está em curso" e saudou a "cooperação até à data com as autoridades angolanas para chegar a uma conclusão satisfatória para este assunto".

Embora as autoridades britânicas não tenham confirmado o nome das pessoas envolvidas, deverá tratar-se do ex-governador do Banco Nacional de Angola Valter Filipe, que foi interrogado e indiciado pelo crime de peculato e branqueamento de capitais pela Procuradoria-Geral da República angolana na semana passada.

Valter Filipe é acusado de estar envolvido na transferência ilícita de 500 milhões de dólares para uma conta no exterior do país.

O procurador-geral adjunto e coordenador da Direção Nacional de Investigação e Ação Penal, João Luís de Freitas Coelho, confirmou a existência de outras pessoas no processo, "que também têm alguma responsabilidade na saída ilegal deste dinheiro" de Angola, mas que não identificou.

Valter Filipe foi ouvido um dia depois de ter regressado a Angola, proveniente da África do Sul, e a suposta transferência de 500 milhões de dólares foi realizada em setembro de 2017, um mês antes da sua demissão do cargo a seu pedido, para uma conta do banco Credit Suisse de Londres.

ONU

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ONU  Uma missão do Departamento de manutenção de paz das Nações Unidas, que está em Bissau para trabalhar com os colegas da UNIOGBIS sobre a situação política do país, esteve hoje na ANP. Também está incluída a Comissão de Revisão Constitucional, o objectivo é de inteirar sobre o andamento dos trabalhos. 

CONGRESSO JORNALISTAS.

CONGRESSO JORNALISTAS: Indira Correia Baldé foi eleita presidente do Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (SINJOTECS).

segunda-feira, 26 de março de 2018

Cipriano Cassama, presidente do parlamento da Guiné-Bissau

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Cipriano Cassama, presidente do parlamento da Guiné-Bissau - e da União Parlamentar de África - participa na Suíça numa reunião da UPI - União Parlamentar Internacional. Contudo, o ministério guineense das Finanças recusou custear as viagens e Cipriano teve de viajar sozinho. Duas pessoas, entre eles um deputado, ficaram em terra.

Quem se chegou à frente foi a União Parlamentar de África, custeando a deslocação de Cipriano Cassama, a segunda figura do Estado da Guiné-Bissau. A União Africana tomou nota. VERGONHA. 

sexta-feira, 23 de março de 2018

INTOLERANTE E INSUSTENTÁVEL A CRISE POLÍTICA – AUGUSTO MÁRIO DA SILVA

INTOLERANTE E INSUSTENTÁVEL A CRISE POLÍTICA – AUGUSTO MÁRIO DA SILVA

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O presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), classificou, esta quinta-feira (22.03), de inaceitável e intolerante o atual bloqueio institucional na Guiné-Bissau, numa alusão a mais de sessenta dias depois da queda do governo de Umaro Sissoco Embaló, o país continua sem um executivo.
Para o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o país não pode continuar bloqueado para dar vazão aos interesses de grupos de cidadãos, cujos interesses são estranhos aos do povo guineense.
Em entrevista exclusiva à Rádio Jovem, Mário da Silva diz que é preciso uma posição firme de todos guineenses, incluindo o Chefe de Estado, José Mário Vaz, para acabar com a crise política na Guiné-Bissau.“Chegou o momento de nós, enquanto cidadãos e enquanto membros de pleno direito desta comunidade política, no sentido de assumirmos as rédeas do nosso destino para definirmos o que é de concreto que querermos no futuro, porque esta situação é intolerável, por isso, é preciso de facto uma posição firme e coerente de todos os guineenses”, argumentou Silva.
Na opinião do activista e dirigente máximo da LGDH, a responsabilidade de constituir um executivo para tirar o país na crise social a todos níveis, é exclusivamente da responsabilidade do Presidente da República, porque é único órgão com legitimidade para ajudar a Guiné-Bissau sair na atual cenário político.
Perante o bloqueio para instituir um governo, Mário da Silva, defende que o Chefe de Estado só tem dois instrumentos para resolver a situação da crise vigente que passa pelo cumprimento do Acordo de Conacri ou respeitar a Constituição da República da Guiné-Bissau.
“São estes quadros que têm que ser a referência para o Presidente da república intervir na construção de um governo. Se presidente entender que não há condição para implementar o Acordo de Conacri, deve simplesmente cumprir com a constituição da república, porque a Guiné-Bissau é um estado de direito e no estado de direito o que orienta todos atuações é a lei da república”, disse Silva.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Presidente da República José Mário Vaz ordenou a prevenção em todos os quartéis.

Presidente da República José Mário Vaz ordenou a prevenção em todos os quartéis.

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CAMARA MUNICIPAL DE BISSAU.

BO DJUBY BU RAPADA SE NA BARDADE CMB E DINHEIRO KE NA ROBA NA MON DE BINDIDURIS SI TA BAY PA COFRE DE ESTADO? 

ESTRANGEIROS AUTORIZADOS A PARTICIPAR NA CAMPANHA DE CAJU DA GUINÉ-BISSAU

ESTRANGEIROS AUTORIZADOS A PARTICIPAR NA CAMPANHA DE CAJU DA GUINÉ-BISSAU.

Resultado de imagem para CAJU O presidente da Agência Nacional do Caju (ANCA), Malam Djaura, disse hoje à Lusa que qualquer operador estrangeiro pode participar na campanha de comercialização do caju desde que cumpra com os requisitos legais exigidos no país.

“Não há, não haverá discriminação de estrangeiros na campanha de comercialização da castanha do caju”, este ano, defendeu Malam Djaura, salientando que o operador estrangeiro tem o mesmo tratamento que o reservado a um cidadão guineense.
O presidente da ANCA afirmou que “não deve haver nenhuma inquietação” do operador estrangeiro desde que esteja munido dos requisitos exigidos na lei, nomeadamente ser residente no país, possuir um documento que o credencia como agente económico regular, ter número de identificação fiscal e ter infraestruturas. Na campanha de comercialização da castanha do caju de 2017, principal produto de exportação da Guiné-Bissau, o Governo emitiu um decreto a proibir os cidadãos estrangeiros de comprarem caju aos agricultores.
O diploma, que não chegou a entrar em vigor, por não ter sido promulgado pelo Presidente da República, foi criticado pelo líder da associação de cidadãos da Mauritânia na Guiné-Bissau, idi El Moktar, considerado que limitava a concorrência.
O próprio Presidente guineense, José Mário Vaz, insurgiu-se contra a medida do governo que disse ser “nociva à economia” guineense. Os operadores estrangeiros são os principais compradores do caju guineense junto ao produtor e a sua ausência na campanha reflete-se no processo e na dinâmica da operação que decorre entre os meses de março e setembro.
Além da “abertura total” aos agentes estrangeiros, o presidente da agência de regulação prevê “uma boa campanha” em 2018.
“Não queremos uma campanha com polémicas”, observou Malam Djaura, lamentando, por exemplo, a ação judicial intentada em 2017, pelos exportadores do caju, contra o Governo por discordarem com os valores exigidos para a obtenção do alvará.
Djaura admite “um bom preço” de compra do caju ao produtor – o ano passado chegou a 1.000 francos CFA (cerca de 1,5 euros) o quilograma – mas salientou que o país não controla a fixação do valor do produto. O regulador guineense disse que “não basta dizer” que o caju da Guiné-Bissau “é de melhor qualidade”, quando se vê “um conjunto de erros e falhas” na relação do agricultor com o produto.
“A nossa relação com o caju é má. Acabamos por agredir o caju. A qualidade que sai da árvore até a exportação degrada-se”, notou Malam Djaura, anunciando medidas que poderão levar o país a “ganhar e a produzir mais”.
As medidas serão conhecidas assim que um conjunto de decretos preparados pela ANCA forem aprovadas pelo Governo e promulgados pelo Presidente José Mário Vaz, esclareceu o regulador do caju guineense.
Atualmente a Guiné-Bissau “é um tomador de preços” do valor do caju que são ditados pelos compradores estrangeiros, mas com uma outra organização do setor, o regulador do setor acredita que rapidamente o país poderá alterar o quadro e “passar a ditar as regras”.
Se houvesse “um melhor controlo” nas fronteiras a Guiné-Bissau “de certeza” que poderia exportar “muito mais que 200 mil toneladas”, acrescentou Malam Djaura que não tem dúvidas de que o país “há muito” que ultrapassou esse valor em termos de produção.
“O que se passa na nossa fronteira é uma brincadeira. Mais de 60 mil toneladas do nosso caju saem da fronteira norte”, afirmou o presidente da ANCA.

João Alage Fadia.

João Alage Fadia SE AS METAS DO FMI FOREM CUMPRIDAS HAVERÁ DESEMBOLSO DE TRÊS MIL MILHÕES FRANCOS CFA. 

 O ministro do Estado da Economia e Finanças do governo demitido, João Aladje Mamadu Fadia, informou hoje, 21 de março 2018, que depois da 5ª avaliação da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), se as metas forem cumpridas haverá um desembolso para o país da última tranche no valor de 3,03 milhões XOF de direitos especiais correspondentes ao programado.

João Aladje Mamadu Fadia falava à imprensa depois da reunião com a missão do FMI que se encontra de visita de trabalho ao país com o propósito de fazer a última avaliação no âmbito do programa com a Guiné-Bissau.
Na ocasião, Mamadu Fadia disse que tinha começado a abordar com a missão a possibilidade de extensão do programa por mais um ano que terá duas avaliações.
“O governo da Guiné-Bissau acordou com FMI em julho de 2015 um programa de três anos ao abrigo de facilidade de crédito alargado no montante de 17, 04 milhões de direitos especiais de saques. Este programa é sujeito a avaliações semestrais. Ficou suspenso antes da primeira avaliação que estava prevista para dezembro do mesmo ano devido ao não cumprimento de uma das linhas do programa constatado em outubro e que tinha a ver com o financiamento líquido ou empréstimos contraídos junto do sistema bancário nomeadamente do Banco da África Ocidental (BAO) e Banco da União (BDU) para suportar a compra pelo ministério das finanças da carteira de credito mal parado dos referidos bancos, no montante de 35,2 milhões de francos CFA (5,5 por cento do Produto Interno Bruto). A suspensão só foi levantada em dezembro de 2016, com a aprovação pelo conselho de administração do FMI”, explicou Fadia ao Jornal O Democrata.
Recorde-se que na última avaliação realizada em janeiro, o FMI aplaudiu a decisão do executivo guineense de aumentar o investimento público em infraestruturas, mas ressalvou que é preciso uma “gestão cuidadosa”, “planeamento e execução apropriados” e atenção à dívida gerada. O FMI considerou também que a atividade económica tinha continuado dinâmica, suportada por uma gestão fiscal eficaz.
A inflação permaneceu baixa, a receita fiscal estava a crescer de forma robusta e o crescimento do PIB real continuava perto do ritmo de 2017, cerca de 5,5%”. A missão do FMI vai estar no país até 03 de abril.

Campanha de Cajú 2018: RÉGULOS GUINEENSES SUGEREM MIL FRANCOS CFA POR QUILOGRAMA

Campanha de Cajú 2018: RÉGULOS GUINEENSES SUGEREM MIL FRANCOS CFA POR QUILOGRAMA  

 Os representantes do poder tradicional guineense (Régulos) sugeriram ao Chefe de Estado da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, hoje 21 de março 2018, para usar a sua influência para que o preço mínimo de comercialização da castanha de cajú não seja inferior a 1000 (mil) francos CFA [1,52 euros] por um quilograma.
A pretensão dos régulos foi anunciada à imprensa pelo porta-voz do grupo, Mamadú Nené Baldé, Régulo de Cossara, na Região de Bafatá. Esse chefe tradicional esclareceu que foram os chefes tradicionais que solicitaram o encontro com o Presidente da República com o propósito de pedir-lhe que use a sua influência para que o preço mínimo por quilograma de castanha de cajú não seja inferior a 1000 (mil) CFA.
Mamadú Nené Baldé revelou ainda que o Chefe de Estado prometeu pronunciar-se sobre o preço no ato oficial de abertura da campanha de comercialização da castanha de cajú 2018, que terá como palco central a cidade de Gabú, no leste da Guiné-Bissau.
Questionado sobre se abordaram a situação política atual, Nené Baldé respondeu que a crise política não foi tema em debate no encontro com o Presidente da República, acrescentando que os régulos não são políticos. De seguida assinalou que as suas comunidades estão preocupadas com a campanha de comercialização da castanha de cajú.
Baldé acrescentou que o Chefe de Estado ouviu-lhes atentamente e prometeu analisar o pedido dos representantes do poder tradicional da Guiné-Bissau, mas sem avançar o preço que será anunciado no lançamento oficial em Gabú.

Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC.

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Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC: "Eu já passei a fase do lamento destas vergonhas, nem quero perder tempo a lembrar que os crimes perpetrados em violação das leis são individuais".

Ao que já chegamos! ontem chegou-me a informação: 13 cidadãos, militantes ou simpatizantes do PAIGC, foram convocados pela Procuradoria Geral da República e serão ouvidos, alegadamente por terem participado na defesa da sede do partido a 19 de Outubro de 2017. E presumivelmente, quem apresentou queixa foi um dos assaltantes, identificado como agente da segurança ou da defesa, afeto ao Palácio da República.

Depois de ter feito o mesmo espetáculo com alguns dirigentes do partido e de ontem, ter sido acusado por um coletivo de advogados, como sendo o “ninho da corrupção”, o Ministério Público volta a expor a Guiné-Bissau a mais esta vergonha e ao cúmulo do ridículo: após ameaças feitas nesse sentido pelo dito Ministro do Estado e do Interior em presença do Presidente da República e publicamente difundidas por todos os canais de informação nacionais, um grupo de arruaceiros tentou invadir e tomar de assalto a sede do partido (intenção mais tarde concretizada pelos próprios agentes da segurança); um grupo de militantes, antecipadamente acampados na sede para a defesa desta, evita a concretização do ato; agora, estes são acusados e vão ser ouvidos, enquanto que os assaltantes e mesmo os mandantes do ato, se apresentam como autoridade e prosseguem a ridicularização do país. Até aonde quer ir esta gente?!

Tudo porque o Procurador Geral da República conseguiu o cargo a troco de prometer a perseguição dos dirigentes do PAIGC?
Tudo porque isso pode ajudar o PRS, tentando passar a imagem de que o PAIGC continua com problemas?
Tudo porque isto agrada ao Senhor Presidente da República e tem a encomenda do Senhor Braima Camará?
Tudo porque continua aberta a época de prémios por serviços prestados ao PRS e a esses dois Senhores e seus acólitos?

Eu já passei a fase do lamento destas vergonhas, nem quero perder tempo a lembrar que os crimes perpetrados em violação das leis são individuais. Todos sabem e agem em perfeita consciência.

Lamento é que envolvam o nome de Instituições da República que deviam ser o nosso rosto e a representação da nossa dignidade, que ainda terão no seu seio alguns profissionais sérios e responsáveis. Lamento que se prossiga com a saga de divisão e instrumentalização de todas as franjas da nossa sociedade, querendo provocar o caos, a desordem e a insegurança generalizada.

E aonde estão as organizações da sociedade civil, vocacionadas à proteção dos direitos civis, individuais e coletivos dos nossos cidadãos? Estarão também ocupados a servir os mesmos Senhores Sequestradores do Estado, da paz e da ordem interna?

O que infelizmente essa gente não percebe é que estão a despertar o nosso povo e a armar a nação guineense de cidadãos dispostos a dar sentido à sua existência, a resistir e combater o autoritarismo, a libertar nossas consciências e conquistar a verdadeira e plena liberdade.

Estes jovens e todos os que estiveram e estão em defesa da verdade, que o PAIGC representa de novo na Guiné-Bissau, não podem ter medo desta tentativa de ameaça e perseguição. Entendem bem que o objetivo é silencia-los e desmobiliza-los. Essa gente não conhece de fato a história do povo guineense!

quarta-feira, 21 de março de 2018

PJ da Guiné-Bissau apreende 1,6 quilogramas de cocaína proveniente do Brasil.

PJ da Guiné-Bissau apreende 1,6 quilogramas de cocaína proveniente do Brasil.

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A Polícia Judiciária da Guiné-Bissau apreendeu a semana passada 1,6 quilogramas de cocaína no aeroporto internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, informou hoje fonte daquela força policial.
Segundo a mesma fonte, a cocaína, apreendida a 14 de Março, era transportada por um homem numa mala com um fundo falso.
“A droga estava distribuída por quatro embalagens numa mala com fundo falso”, afirmou.
O homem, que foi detido, viajou do Brasil para Lisboa e chegou a Bissau num voo TAP e vai ser hoje presente a tribunal, disse a mesma fonte.

PR DA GUINÉ-BISSAU FELICITA VLADIMIR PUTIN E MANIFESTA VONTADE DE REFORÇAR COOPERAÇÃO.

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O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, felicitou hoje a reeleição de Vladimir Putin para o quarto mandato enquanto chefe de Estado da Rússia e manifestou vontade de reforçar a cooperação existente entre os dois países.

Numa carta enviada a Vladimir Putin e divulgada à imprensa, José Mário Vaz manifesta as suas "calorosas felicitações".

"Estou certo que os vínculos de amizade e colaboração entre ambos os países se vão aprofundar ulteriormente, tanto no plano político e económico, como no quadro das Nações Unidas", salienta, na carta.

José Mário Vaz sublinha também a sua "total disponibilidade" para "reforçar e consolidar as relações de amizades e cooperação" existentes entre os dois países.

O Presidente russo, Vladimir Putin, foi reeleito no domingo com 76,67% dos votos.

De acordo com os últimos dados da Comissão Eleitoral Central, Putin obteve o apoio de 56,1 milhões de cidadãos, mais 10,5 milhões que na eleição de 2012, quando regressou ao Kremlin após um mandato de quatro anos como primeiro-ministro.


Putin, 65 anos, venceu as suas primeiras eleições em março de 2000, três meses depois de receber o poder das mãos do primeiro Presidente eleito democraticamente na história da Rússia, Boris Ielstin.

CHEFE DE ESTADO PARTICIPA NA CIMEIRA DA CPLP.

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O Presidente da República, José Mário Vaz, é um dos sete chefes de Estado, além do anfitrião Cabo Verde, que já confirmaram a presença na cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), agendada para julho, na ilha do Sal, segundo informação da Presidência cabo-verdiana.
Os restantes chefes de Estados confirmadas na cimeira são, Marcelo Rebelo de Sousa, de Portugal, João Lourenço, de Angola, Michel Temer, do Brasil, Teodoro Obiang, da Guiné-Equatorial, Filipe Nyusi, de Moçambique, e Evaristo Carvalho, de São Tomé e Príncipe.
A estes junta-se Jorge Carlos Fonseca, chefe de Estado do país anfitrião do encontro, que marca o arranque da presidência cabo-verdiana da comunidade lusófona.
A cimeira do Sal, agendada para 17 e 18 de julho, decorrerá sob o lema “Cultura, Pessoas, Oceanos” e deverá ter como uma das discussões políticas centrais a questão da circulação e mobilidade no espaço lusófono.
A XII conferência de chefes de Estado e de Governo, na Vila de Santa Maria, ilha do Sal, vai marcar a transição da presidência ‘pro tempore’ da comunidade lusófona do Brasil para Cabo Verde.
A última cimeira decorreu em Brasília, capital do Brasil, a 31 de outubro e 1 de novembro de 2016, quando a presidência brasileira assumiu como prioridade a implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030, definida pelas Nações Unidas).
Timor-Leste, o nono país-membro da CPLP, ainda não confirmou a presença na cimeira.
A CPLP é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Alberto António da Silva

 Alberto António da Silva funcionário da Camara Municipal de Bissau de ter vendido ilegalmente o campo de futebol da comunidade local.

Em conferência imprensa realizada no fim-de-semana, régulo da zona Tchacri Cá, disse que Alberto da Silva, mede terreno a noite para vender outras pessoas, suscitando mal-estar na zona.

Em nome da juventude, Hamilton Joaquim Sia, mostrou-se chocado com as atitudes do pessoal da edilidade camarária em complô com os ditos compradores do terreno.

Em reação, Alberto António da Silva, desmente todas as acusações contra a sua pessoa.

Alberto da Silva afirma que a população desrespeitou o acordo firmado entre as partes, após terem vendido o espaço concedido, agora pretendem apropriar-se do terreno que não lhe pertence.

NÍGER PROÍBE MINISTROS E DEPUTADOS DE RECORREREM A TRATAMENTO MÉDICO NO EXTERIOR.

NÍGER PROÍBE MINISTROS E DEPUTADOS DE RECORREREM A TRATAMENTO MÉDICO NO EXTERIOR.
 Após o Conselho de Ministros de 16 de março, o Níger decidiu proibir todos os ministros, deputados e outras personalidades de procurarem tratamento médico no exterior, exceto em casos excecionais que não possam ser tratados no local, para reduzir as despesas do Estado. 
De acordo com os números apresentados pelo Ministro da Saúde, Idi Illiassou, os custos das evacuações médicas de personalidades, geralmente para Marrocos, Tunísia e França foram “multiplicados por dez entre 2010 e 2017”, de 800 milhões de Francos CFA (1,2 milhões de euros) em 2010, para 10 mil milhões em 2017 (15 milhões de euros). Nesse sentido, o país possui um hospital de referência em Niamey, com uma capacidade de 500 camas estimada em mais de 45 bilhões de francos CFA (68 milhões de euros). Inaugurado em 2017 pelo presidente nigeriano Mahamadou Issoufou, o hospital também possui uma equipa composta de médicos chineses, turcos e cubanos. Note-se que o Níger é um dos países mais pobres do mundo, apesar de ter um subsolo extremamente rico em urânio.

TIO ZECA DY CALIQUIS ESTÁ NO DESESPERO ABSOLUTO PORQUE CHEGOU AO FIM DA LEGISLATURA SEM SOLUÇÃO.

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NO DA VALOR A KIL KI DINOS

Guiné-Bissau: Presidente exonera chefias militares