terça-feira, 29 de maio de 2018
Guiné-Bissau, as eleições legislativas estão marcadas para 18 de Novembro, mas alguns partidos já levantam dúvidas sobre a fiabilidade do processo, nomeadamente o registo dos eleitores.A União Patriotica Guineense e o Partido da Renovção Social, por exemplo, já vieram ao público denunciar o que chamam de tentativas de fraude antecipada.E isto por parte do PAIGC em conluio
PAIGC
O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) considerou segunda-feira de incompreensível a discórdia do Partido da Renovação Social (PRS) sobre a sugestão da impressão do cartão eleitoral no estrangeiro. O Porta-voz do PAIGC, João Bernardo Vieira, em conferência de imprensa realizada na capital Bissau, disse que a data marcada para realização...
ONU
O novo representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, o diplomata brasileiro José Viegas Filho, chegou hoje a Bissau e disse esperar um “trabalho coerente” das Nações Unidas para que o país encontre a paz e o desenvolvimento. “Estou muito feliz de estar a chegar à Guiné-Bissau por esta experiência que eu espero seja muito construtiva, de maneira a que as Nações...
sexta-feira, 18 de maio de 2018
PRS - e Presidente da República.
PRS - e Presidente da República.
Ainda sobre a situação da governação da Região de Gabu. Hoje, por volta das 11 horas, o recém nomeado interinamente Governador de Gabu, ABDU SAMBU, foi intimado pelo Comissário Nacional da do Ministério do Interior para "abandonar as instalações do Governo Regional e a residência oficial".
O assunto já é do conhecimento do Primeiro Ministro Aristides Gomes, que, apurou o DC, terá mesmo mandado chamar o ministro do Interior.
Ainda sobre a situação da governação da Região de Gabu. Hoje, por volta das 11 horas, o recém nomeado interinamente Governador de Gabu, ABDU SAMBU, foi intimado pelo Comissário Nacional da do Ministério do Interior para "abandonar as instalações do Governo Regional e a residência oficial".
O assunto já é do conhecimento do Primeiro Ministro Aristides Gomes, que, apurou o DC, terá mesmo mandado chamar o ministro do Interior.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
O Primeiro-ministro
O Primeiro-ministro, Aristides Gomes suspendeu todas as “viagens que acarretam custos ao tesouro público”. A decisão do Chefe do Executivo vem expressa num despacho governamental datado de 14 de Maio 2018 a que a redação do semanário O Democrata teve acesso.
De acordo o mesmo despacho, há exceções, ou seja, serão autorizadas as viagens tangentes às missões do processo eleitoral, porque “a tarefa principal do atual Governo é de organizar as próximas eleições legislativas de 18 de Novembro”, justifica.
Também, o despacho ressalva que, como alternativa, algumas missões importantes ao estrangeiro passarão a ser asseguradas pelas Embaixadas da Guiné-Bissau no exterior, mediante um mandato específico com plenos poderes emitido por Aristides Gomes.
O Chefe do Executivo guineense justifica a medida de suspensão das viagens com base na situação atual das Finanças Públicas, assim como da necessidade do cumprimento do programa acordado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), relativamente à gestão orçamental. Reforça ainda que esta medida restringe viagens na classe executiva. “Só é permitido viajar na classe executiva os titulares dos órgãos da Soberania, membros do Governo e equiparados”.
Aristides Gomes sustenta ainda no despacho que, a medida vem no âmbito da moralização das Finanças Públicas, baseado no controlo e contenção das despesas.
Recorde-se que o novo Primeiro-ministro de consenso determinou, no passado dia 9 de maio, a suspensão da movimentação das contas das empresas públicas, fundos autónomos e organismos autónomos, sujeitando-os a cotitularidade do tesouro público.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
SUSPENSÃO DE GOVERNADORES: PAIGC DIZ QUE NÃO HOUVE VIOLAÇÃO ALGUMA DO ACORDO RECLAMADO PELO PRS.
SUSPENSÃO DE GOVERNADORES: PAIGC DIZ QUE NÃO HOUVE VIOLAÇÃO ALGUMA DO ACORDO RECLAMADO PELO PRS.
O terceiro vice-presidente e igualmente líder da bancada parlamentar do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Califa Seidi, defendeu no sábado, 5 de maio 2018, que não houve nenhuma violação do “Acordo de Princípio” sobre a questão de governadores das regiões e administradores setoriais, reclamado pelos dirigentes do Partido da Renovação Social (PRS).
Seidi disse estar esperançado que a direção do seu partido (PAIGC) e do Partido da Renovação Social (PRS) vão se entender no que concerne à questão da suspensão de Governadores, tendo assegurado que a única solução passa pela permuta das pastas de acordo com o “Acordo do Princípio” assinado entre as partes.
O dirigente dos libertadores falava a margem da cerimónia de homenagem ao ex-líder do Partido de Solidariedade e Trabalho (PST), Iancuba Djola Indjai, que extinguiu o seu partido e mudou-se para os libertadores desde a semana passada. Esse dirigente político, em resposta às críticas dos dirigentes dos renovadores (PRS) sobre a suspensão de governadores das regiões e administradores sectoriais, disse que a decisão da ministra de Administração Territorial “é uma medida puramente administrativa que compete a ministra”.
“Não houve violação alguma do ‘acordo de princípios’ reclamado pelos nossos irmãos do PRS. É bom lembrar aqui, que durante a negociação, fizemos a escolha de pastas ministeriais e cada partido escolheu a pasta, de acordo com o seu interesse. Porém, no fim [dirigentes do PRS] aperceberam-se que as pastas que se precipitaram escolher não iam garantir-lhes a gestão deste processo, então resolveram levantar a questão de Governadores de regiões. Concordamos renegociar nas seguintes condições: PAIGC vai ceder algumas regiões ao PRS e em contrapartida o PRS vai ceder igualmente algumas empresas e entidades públicas que está sob a sua tutela”, revelou o terceiro vice-presidente dos libertadores.
Informou que as duas partes devem fazer a permuta das pastas, no cumprimento do acordo, escrito em francês, que fora assinado pelo Primeiro-ministro, Aristides Gomes, Chefe da Missão Ministerial da CEDEAO, ministro togolês dos Negócios Estrangeiros, Robert Dussey, bem como líderes do PAIGC, Domingos Simões Pereira e do PRS, Alberto N’bunhe Nambeia.
“O documento assinado por todas as partes e testemunhado pela CEDEAO é denominado do ‘Acordo de Princípios’ e no qual ressalvou-se que depois da formação do governo, prosseguia-se com a negociação para que haja maior inclusão na governação a nível das regiões e setores, mas também a nível das entidades públicas autónomas. PAIGC e PRS, vamos nos entender sobre questão de governadores. Temos que fazer a permuta das pastas, de acordo com o documento que assinamos”, espelhou, para de seguida, acrescentar que a referida situação não deve constituir de forma alguma um entrave para impedir o funcionamento do governo.
Sobre a militância de antigos dirigentes do Partido de Solidariedade e Trabalho, explicou que o partido vai instruir as suas bases no sentido de adotar mecanismos da integração destes novos militantes nas estruturas de bases.
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