sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

UA desmente espionagem da China à sede em Addis Abeba.

mediaO presidente da comissão da UA, Moussa Faki, desmentiu em Pequim, que tenha havido actos de espionagem da China, à sede da instituição africana, que ofereceu à África. Moussa Faki Mahamat, que efectua uma visita à China, desmentiu a notícia do jornal Le Monde, dizendo que não passa de afirmações infundadas para desviar atenção dos objectivos de cooperação sinoafricana.
"Tudo não passa de mentiras", foi assim que o presidente da comissão da União Africa, Moussa Faki Mahamat, de visita a Pequim, reagiu a uma notícia do jornal francês LE MONDE, segundo a qual, a China espiou a sede da instituição africana.
A China que construiu a sede da UA, em Addis Abeba, na Etiópia, sede oferecida à África, não tem "interesse nenhum em espionar" uma organização de política internacional que nos ofereceu, declarou Moussa Faki Mahamat.
Também a China reagiu, através do seu ministro dos negócios estrangeiros, Wang Yi, afirmando que "tentativas de dividir a China e África não serão bem sucedidas".
Estamos concentrados em reforçar a nossa cooperação, continua, por seu lado, o presidente da comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, sublinhando que esse tipo de manobras não "nos desviará dos nossos objectivos".

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